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Aedes aegypthi: a saúde em alerta máximo
por Andressa Domingos - 2º ano EM  | Itapoã
O mosquito aedes aegypti, causador de muitas doenças que têm preocupado o mundo.  Isso é um assunto relevante como motivo de medo para a sociedade. Sua presença foi a causa de grandes epidemias em diferentes épocas. Ele surgiu no Egito em meados do século XVI e vem se espalhando em regiões subtropicais e tropicais de todo o mundo.
A primeira epidemia no Brasil causada por esse mosquito foi a da febre amarela, com inicio no ano de 1685 em Pernambuco, e durou mais de 10 anos, ocasionando muitas mortes. Além de Pernambuco, a cidade de Salvador também foi atingida, onde a doença se desenvolveu durante seis anos. Após esses surtos, uma série de ações contra o aedes aegypthi foram tomadas pelo governo, o que resultou num silêncio epimedológico de 150 anos no país.
Mas, apesar do controle no território brasileiro, o mosquito não havia sido extinto em todo o mundo. No início do século XIX, ocorreu a primeira epidemia de dengue no continente americano, envolvendo o Peru, Estados Unidos, Caribe, Colômbia e Venezuela. Já no Brasil, os primeiros casos foram detectados apenas no final desse mesmo século, em Curitiba; no século XX, no Rio de Janeiro.
Atualmente, além de doenças como a febre amarela e a dengue,o aedes egypthi é o transmissor de mais dois vírus que são extremamente perigosos : o Zika e o Chikungunya. Com maior atenção ao zika, que pode ser o causador de uma grave doença, a microcefalia, que afeta o sistema neurológico dos fetos em desenvolvimento.
A atenção para este mosquito agora é mundial, e toda a sociedade deve fazer a sua parte, um controle rigoroso. O aedes aegyphti se reproduz em água parada, e a conscientização da população para que esses possíveis focos sejam erradicados é extremamente necessária. É válido lembrar que o governo por si só não pode eliminar o mosquito sozinho. Então faça sua parte. Um bom modo de ajudar é separando um dia da semana para eliminar e fiscalizar os focos de reprodução do mosquito. Conscientize-se, combata esse mal!

Andressa Domingos
Aluna do 2º ano do Ensino Médio
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