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A ÁGUA DO SÉCULO XXI
por Bernardo Rodrigues - 9º Ano  | Itapoã

A água é reconhecida há milênios por ser um bem de extrema importância para o homem e suas atividades. O grande problema é quando ela falta. A mesma água “que mata a sede da população”, na música de Guilherme Arantes, falta para muitos brasileiros. Infelizmente, o homem não dá tanta importância a esse bem essencial.

As causas da crise hídrica que vivemos hoje são muitas, uma delas é o desperdício. A solução parte da população e das indústrias que não tratam seus resíduos, a destruição da mata ciliar, que é a vegetação ribeirinha. Como se não bastassem todos os problemas citados, há ainda o problema climático, o “El Niño, um fenômeno que aquece as águas do Oceano Pacífico, causando uma mudança total nos ciclos de chuva por toda a América do Sul.

A população está fazendo esforços para poupar e reutilizar a água. O governo faz seu trabalho divulgando e tomando medidas para amenizar a situação. Uma das soluções é a transposição do rio São Francisco, que busca integrar o rio com as bacias hidrográficas do Nordeste Setentrional, o que não é muito bem visto por muitas pessoas devido às consequências que essa medida pode trazer. Uma das consequências é o rio secar em algumas áreas, já que no período da seca o nível do rio baixa muito. Outro problema é que a água vai            para a agricultura e não para o consumo humano, como diz a lei.

A lei em questão é a lei nº 9.433, mais conhecida como “Lei das Águas”, que diz que, em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos é o consumo humano e a dessedentação de animais. No nosso estado, temos o problema da monocultura do eucalipto em grandes extensões de terra a autorização recente, dada pelo governador, do plantio de espécies exóticas e a grande utilização de água por parte das siderúrgicas, que a poluem e jogam-na de volta no rio ou no mar.

A solução para esse gravíssimo problema é o trabalho em conjunto da população com o governo. Algo assim deve ser tratado como prioridade pública e não deixar como está e tomar medidas quando a situação for muito pior. Por parte do governo, é esperada a realização de obras mais eficazes e modernas, respeitando o meio ambiente. Cabe à população poupar ainda mais água e, se possível, reutilizá-la.

 

Por: Bernardo Rodrigues
Aluno do 9º Ano do Ensino Fundamental II

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