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Aborto
por Clara de Assis Gonçalves - 1º ano - Ens. Médio  | Itapoã
Foi aprovado pelo SupremoTribunal Federal (STF), no dia 12 de abril deste ano, o aborto de anencéfalos. A interrupção da gravidez nesses casos não é mais considerada crime, mas será que isso está certo?Será correto tirar a vida de um ser humano, sem que ele possa se defender? A decisão do STF tomou conta dos nas redes saciais, jornais e etc, e a questão que permanece é: apesar de o caso já ter sido decidido, por que ainda é tão importante falar disso?
As pessoas que são favoráveis ao aborto de anencéfalos concordam com o ministro Marco Aurélio Mello, que eles são “natimortos”. Um vídeo do que circula na internet, entretanto, cujo nome é “Flores de Marcela”, fala de uma menina que sobreviveu um ano e oito meses com anencefalia e só morreu por ter contraído uma pneumonia. Ela não tinha o cérebro nem o cerebelo, mas reagia muito bem a estímulos e levou muita felicidade à sua família. O governo deveria oferecer mais dinheiro para as pesquisas sobre esses casos, para que crianças assim não fossem “problema”. Os que são contra também falam que crianças nessas condições não serão aceitas pela sociedade, mas a sociedade já aceitou negros, brancos, crianças com síndrome de down, crianças cadeirantes, entre outros. Por que não aceitar crianças anencefalia?
Todos deveriam pensar mais cuidadosamente sobre abortar vidas que não têm como se defender. Crianças anencéfalas são como todas as outras: são humanas. Há pelo menos um caso conhecido de sobrevivência nessas circunstâncias, e isso é motivo sufuciente para o governo tentar buscar recursos para melhorar e permitir que a vida de crianças assim não seja tirada.


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