COLEÇÃO DE UNIFORMES


Os livros na minha vida
terça-feira, 20 de março de 2012

Editorial Nº. 2 Ano: 2012

Quando eu era bem pequena, e olha que faz tempo, ganhei meu primeiro livro. Era bem pequeno, tamanho “pocket”. Contava histórias do pica-pau, aquele do desenho animado. O diferencial do livro e o que mais me deslumbrava é que no canto superior direito, em cada página, havia um desenho do pica-pau e, passando as páginas bem rápido, era como assistir a um desenho animado.
Guardei o livro por anos a fio e, em certa época da vida, achando que já estava bem crescidinha para guardar tão infantil livro, me desfiz dele. Ainda bem que arrependimento não mata!
E os anos foram passando sem que os livros me chamassem a atenção. Aos 21 anos, redescobri o prazer da leitura e não mais parei.
Fui sócia do Círculo do Livro; fiz coleções de bancas de jornal; abri uma revistaria em que, entre outras coisas, tinha uma locadora de livros. Fechei a revistaria e, no final, já contava com mais de 800 livros de literatura. Guardei todos em minha residência, mas por circunstâncias da vida, tive que vendê-los. Ai, que tristeza! Mas, quer saber? Livro tem mesmo que circular e, dentro de casa, além de mim, só as traças iriam aproveitar.
Hoje, trabalho na biblioteca, mas não é uma qualquer não: é a Biblioteca do Colégio CEIC, onde meus filhos estudaram durante muitos anos. Cada aluno que atendo é como se fosse meu filho, são meus alunos-filhos. Sinto muito prazer em ajudá-los na aventura da leitura, auxiliando cada um a encontrar o livro ideal para seu deleite. Aqui, em meio aos livros e os interessados leitores, me sinto extremamente feliz. 
Tenho muitos livros que me marcaram durante esses anos de vida, porém como não possuo mais o meu primeiro, elegi um substituto, que está bem aqui à mão, na nossa biblioteca, é o livro “A esperta mão aberta”, de Inês Yajima Habara, Editora Ao Livro Técnico. Sempre o indico para meus pequenos leitores.
Meus alunos-filhos sempre me perguntam se leio tudo o que chega aqui. Impossível!!! Só se eu fosse a superbibliotecária e conseguisse ler como o Super-Homem. Como saber então se os livros são interessantes? Elementar, meu caro Watson. Troco infinitas informações com os leitores, que me contam o que acharam da história. O colégio tem muitos críticos literários latentes.
Ler é tudo de bom! Leio no ônibus, nas filas, no intervalo do almoço, sempre que surge oportunidade, lá estou eu, lendo, lendo, lendo... Gosto de literatura variada. Paulo de Tarso disse: ler (examinar) de tudo e reter o que é bom. Sábias palavras, afinal informação não faz mal a ninguém, pelo contrário, só amplia nossa capacidade de análise.
Bom, estou aqui, apreciando o desabrochar de novos leitores, cada um tem sua hora. Se a sua já chegou, parabéns! Se não chegou, é porque ainda não encontrou o livro certo, aquele que abre a porta para todos os outros. Boa sorte na procura!

 
 
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