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O terrorismo olímpico no Rio 2016
domingo, 14 de fevereiro de 2016

Editorial Nº. 1 Ano: 16

Terrorismo por definição é o uso de violência, física ou psicológica. São ataques localizados a pessoas, instituições, incutem medo, pânico, insegurança. Disseminam interesses específicos ou gerais, mas são, acima de tudo, covardes.

Terrorismo olímpico não é só que se viveu nos Jogos de Munique em 1972, o chamado Setembro negro quando terroristas palestinos invadiram a Vila Olímpica em ataque que resultou na morte de onze atletas e treinadores de Israel, nem as três bombas que explodiram no Centennial Olympic Park nos Jogos de 1996 em Atlanta, nos Estados Unidos matando duas pessoas e ferindo 120.

Criar pânico seja com interesses legítimos ou não, deixando mortos e feridos, pessoas prejudicadas é fruto destas mentes doentias. A insegurança e o medo criados em ações tem consequências não só nos Jogos, mas na vida, na cultura e na essência da população.

Em janeiro de 2014, estava nos Estados Unidos nas últimas semanas antes de viajar para aquela que foi minha terceira Olimpíada, a primeira de Inverno, desta vez como um mero espectador em Sochi, na Rússia. Diariamente os noticiários americanos eram inundados de imagens negativas, de alarmes e reportagens falando do medo, do risco, dos rebeldes chechenos, das bombas. O Departamento de Estado Americano chegou a emitir um boletim sugestionando que os americanos não viajassem para Sochi, na Rússia. Outro informe, mais próximo do evento, liberou os americanos para viajar, mas que não usassem as cores azul, vermelho e branco, para não serem passíveis de ataques.

Sochi, foi o mais organizado, seguro e belo Jogos Olímpicos de Inverno de todos os tempos. Embora os noticiários insistissem em falar mais dos 51 bilhões de dólares investidos e as inúmeras fotos dos banheiros compartilhados, os quais em 15 dias de Sochi, eu nunca encontrei.

Na semana passada, dois cientistas de grande reputação ganharam um editorial em um jornal americano para recomendar o cancelamento dos Jogos. No início desta semana, a Reuters, respeitadíssima agência de notícias internacional soltou uma reportagem exclusiva na qual informava que o Comitê Olímpico Americano deixava as suas respectivas federações nacionais e os atletas decidirem se viriam ou não aos Jogos do Rio.

Aos cientistas, não cabe nem uma resposta. A Reuters, cabe a ela explicar, pois no mesmo dia, o Comitê Olímpico dos Estados Unidos desmentiu a falsa notícia com uma nota oficial. “100% inaccurate” dizia o comunicado.

Os interesses são diversos, mas é facilmente identificável a intenção de atingir, manchar, prejudicar, causar dano. O interesse é político, mas é covarde, irresponsável.

Em tempos de globalização, as mídias sociais ganham um espaço tremendo no nosso dia-a-dia e compartilhar tamanhas asneiras só incrementam o verdadeiro interesse por trás de tudo isso, o terrorismo olímpico.

Nós sabemos que vivemos uma epidemia da doença Zika. Nós, população estamos inseridos na briga contra o mosquito Aedes Aegypti. É um problema de saúde pública que o nosso país vive e todos estamos nesta mudança de cultura sanitária que vai controlar e diminuir a disseminação de focos da doença em nossos lares por todo país. O Zika é sério, muito sério, estes irresponsáveis ataques também.

O Rio de Janeiro vai receber mais de 100 chefes de estado, 10 mil atletas de 207 países e aproximadamente 500 mil turistas. É muita responsabilidade para um país como o Brasil sediar a primeira Olimpíada na América do Sul.

Não compartilhe estas baboseiras, covardes e sem mérito, irresponsáveis e mal intencionadas. O Brasil vai vencer a batalha conta a zika e vamos fazer uma grande Olimpíada.


Disponível em: http://www.bestswim.com.br/2016/02/09/editorial-o-terrorismo-olimpico-no-rio-2016/

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